Magia do Celtic Woman em São Paulo
Nunca imaginei que um simples show pudesse se tornar uma daquelas memórias que grudam na alma. Quando entrei na arena para ver o Celtic Woman ao vivo, não estava apenas prestes a ouvir música; estava prestes a mergulhar em uma atmosfera de pura magia. Cada nota parecia atravessar o tempo, cada violino carregava histórias antigas e segredos do vento.
E então, no meio da minha admiração, veio a surpresa: fui pega desprevenida por uma equipe do UOL. De repente, lá estava eu, Bruna Fonseca, entre luzes e aplausos, e a sensação de ser parte de algo maior do que eu mesma tomou conta. Sorri, tentei disfarçar o choque, mas por dentro, parecia que estava vivendo uma dessas cenas cinematográficas que sempre imaginei escrever.
No auge do show, algo inesperado aconteceu: uma gaita de foles passou bem ao meu lado, tocando Amazing Grace. Senti um arrepio percorrer minha espinha, e por um instante, tudo se transformou. A música parecia tocar diretamente a minha alma, misturando emoção e magia em cada nota, como se eu estivesse realmente caminhando por uma Irlanda encantada, mesmo ali em São Paulo.
O Celtic Woman continuava a tocar, e eu sentia a música como se fosse feita para mim: um convite a sonhar, a sentir, a lembrar que momentos assim não se repetem. Saí do show com a sensação de que, por algumas horas, o mundo inteiro tinha se transformado em uma paisagem irlandesa, com violinos e gaitas desafiando o silêncio e o coração se enchendo de histórias que ainda vou escrever.
Se você já foi a um show que te transformou, sabe do que estou falando: é como se a música tivesse escrito uma lembrança diretamente no seu coração, uma lembrança que vai ecoar cada vez que você ouvir aquele violino ou gaita novamente.