Magia do Celtic Woman em São Paulo

Nunca imaginei que um simples show pudesse se tornar uma daquelas memórias que grudam na alma. Quando entrei na arena para ver o Celtic Woman ao vivo, não estava apenas prestes a ouvir música; estava prestes a mergulhar em uma atmosfera de pura magia. Cada nota parecia atravessar o tempo, cada violino carregava histórias antigas e segredos do vento.

E então, no meio da minha admiração, veio a surpresa: fui pega desprevenida por uma equipe do UOL. De repente, lá estava eu, Bruna Fonseca, entre luzes e aplausos, e a sensação de ser parte de algo maior do que eu mesma tomou conta. Sorri, tentei disfarçar o choque, mas por dentro, parecia que estava vivendo uma dessas cenas cinematográficas que sempre imaginei escrever.

No auge do show, algo inesperado aconteceu: uma gaita de foles passou bem ao meu lado, tocando Amazing Grace. Senti um arrepio percorrer minha espinha, e por um instante, tudo se transformou. A música parecia tocar diretamente a minha alma, misturando emoção e magia em cada nota, como se eu estivesse realmente caminhando por uma Irlanda encantada, mesmo ali em São Paulo.

O Celtic Woman continuava a tocar, e eu sentia a música como se fosse feita para mim: um convite a sonhar, a sentir, a lembrar que momentos assim não se repetem. Saí do show com a sensação de que, por algumas horas, o mundo inteiro tinha se transformado em uma paisagem irlandesa, com violinos e gaitas desafiando o silêncio e o coração se enchendo de histórias que ainda vou escrever.

Se você já foi a um show que te transformou, sabe do que estou falando: é como se a música tivesse escrito uma lembrança diretamente no seu coração, uma lembrança que vai ecoar cada vez que você ouvir aquele violino ou gaita novamente.

B.F.Hasckel

Natural de Bragança Paulista, São Paulo. Nasceu em 1989. Fã de histórias desde pequena, que ama criar as suas próprias.

Foi na época dos filmes de Harry Potter, que iniciou a escrita com fanfics.

E não apenas fã de J.k Rowling como também de J.R.R. Tolkien, C.S. Lewis e Anne Rice.

E foi seguindo todas essas mentes brilhantes, que pude entender como é criar o próprio mundo literário.

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