Todo mundo me pergunta: "de onde saiu ALFWIN?" E a resposta é: saiu de uma menina que precisava de um lugar para se esconder.
Eu comecei a escrever ALFWIN na época em que eu ainda escrevia fanfics na era dos filmes de Harry Potter. Eu amava criar mundos, mas sentia que faltava um mundo que fosse 100% meu. Então eu fechei os olhos e imaginei uma floresta. Dessa floresta nasceu uma lenda. Dessa lenda nasceram quatro livros.
Foram anos construindo tudo: mapas rabiscados em cadernos, nomes que eu testava em voz alta, culturas, magias, traições. Eu queria que ALFWIN fosse épico de verdade, não só uma aventura. Queria que tivesse peso, que tivesse coração.
Quando eu finalmente juntei tudo no volume único Prisma de 907 páginas, eu segurei o livro e chorei. Não era só papel. Era a prova de que eu conseguia terminar algo gigante sozinha, sem editora grande, sem padrinho, só na força da teimosia.
ALFWIN me ensinou a ser escritora de verdade. Me ensinou disciplina, me ensinou a ouvir críticas, me ensinou que fantasia também é sobre gente — sobre medo, amor, lealdade.
Se você ainda não conhece, começa pela degustação gratuita no site. Mas te aviso: entrar em ALFWIN é fácil, difícil é querer sair.
Esse é meu primeiro filho literário. E para sempre vai ser o que me transformou de menina que escrevia em autora que publica.
Com amor,
B.F. Hasckel