Justiça para Orelha: Quando o silêncio dos inocentes precisa virar a nossa voz

Justiça para Orelha: Quando o silêncio dos inocentes precisa virar a nossa voz

Orelha não fala. Não escreve. Não pode relatar o que sentiu, o medo que viveu ou a dor que enfrentou. Ainda assim, sua história grita — e ecoa em todos os lugares onde um animal já foi ferido pela indiferença humana.

Ele é mais do que “um cachorro”. Orelha é um ser senciente. Isso significa que ele sente dor, medo, afeto, alegria e tristeza. A ciência já comprovou o que o coração sempre soube: animais não são objetos, não são descartáveis, não são coisas. São vidas.

Quando um animal sofre maus-tratos, não estamos diante de um “caso isolado” ou de um “exagero emocional”. Estamos diante de uma falha moral e social. A forma como tratamos os mais vulneráveis revela quem realmente somos como sociedade.

Orelha representa milhares de animais que passam fome, frio, agressões, abandono e negligência todos os dias. Ele carrega no olhar a pergunta que ninguém quer responder: por que a crueldade ainda é tolerada?

Pedir justiça para Orelha não é apenas buscar punição. É exigir:

Que a lei seja cumprida

Que maus-tratos sejam levados a sério

Que a vida animal tenha valor real, não simbólico

Que a compaixão seja prática, não discurso

A violência contra animais está ligada a um problema maior. Estudos mostram que a crueldade animal muitas vezes caminha junto com outras formas de violência. Ignorar isso é fechar os olhos para um sinal de alerta social.

Justiça para Orelha é sobre responsabilidade. Sobre ensinar que força não é poder — proteção é. Que cuidar é um ato de grandeza. Que empatia não é fraqueza, é evolução.

Ele não precisa de pena. Precisa de defesa.

Não precisa de piedade passageira. Precisa de mudança.

Que a história de Orelha não seja apenas mais uma que comove por um dia e é esquecida no outro. Que ela vire ação, denúncia, proteção e consciência.

Porque quando defendemos um animal indefeso, estamos defendendo o melhor que a humanidade pode ser.

Justiça para Orelha é justiça para todos que não têm voz.

B.F.Hasckel

Natural de Bragança Paulista, São Paulo. Nasceu em 1989. Fã de histórias desde pequena, que ama criar as suas próprias.

Foi na época dos filmes de Harry Potter, que iniciou a escrita com fanfics.

E não apenas fã de J.k Rowling como também de J.R.R. Tolkien, C.S. Lewis e Anne Rice.

E foi seguindo todas essas mentes brilhantes, que pude entender como é criar o próprio mundo literário.

https://www.bfhasckel.org
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